A OpenAI lançou o Frontier, plataforma para empresas construírem e operarem agentes tratando-os como funcionários. É uma plataforma aberta: dá para gerenciar também agentes construídos fora da OpenAI.
Os agentes podem ser programados para se conectar a dados e aplicações externas e executar tarefas bem fora do ambiente da OpenAI, com limites e gestão do que cada um pode acessar. A empresa citou HP, Oracle, State Farm e Uber entre os clientes, com disponibilidade restrita a um número limitado de usuários no lançamento.
Todo mundo chegou na mesma conclusão
Vale ler o Frontier ao lado do que veio depois: a June levantando US$ 20 milhões para resolver implantação, a NewCore captando US$ 66 milhões para dar identidade a agentes. Três apostas diferentes na mesma tese, o gargalo saiu da capacidade do modelo e foi para governança, permissão e integração.
É o sinal de maturidade que faltava no discurso de agentes: a conversa deixou de ser sobre o que o modelo consegue fazer e passou a ser sobre o que a empresa consegue deixar que ele faça.



